“Sabe de uma coisa, nunca percebi isso antes, mas a felicidade está tipo assim, bem na sua frente, está entendendo? É como se nós… Como se você fosse tudo o que eu preciso para ser feliz, e você está bem aqui, na minha casa. Quer dizer, eu sei que você vai ter que trabalhar muito e tudo isso, mas é tão bom. Na verdade é muito mais fácil alcançar a felicidade do que adotar a felicidade.”
- Gossip Girl.  (via repouse)

“As coisas não são do mesmo jeito que eram antes. Você nem ia me reconhecer mais. Não que você me conhecesse há uns tempos atrás, mas tudo volta no fim. Eu guardei tudo dentro de mim e embora eu tenha tentado, tudo desmoronou. O que isso significou pra mim será eventualmente uma lembrança. Eu tentei tanto e cheguei tão longe, mas no fim, isso não tem mais importância.”
- Linkin Park. (via reinverbos)

“O que nos define não é a aparência, mas sim o caráter. A aparência muda, como qualquer coisa da vida mas o caráter permanece acima de tudo, não importa a idade, não importa as circunstâncias, o que nos acompanha desde o princípio, não nos abandona no fim.”
- Lara Pereira (via vestigiar)

“Estou fechando, aos poucos, as portas desse meu mundinho. Abrigando somente oque preciso. Sem exageros, sem extravagâncias, apenas o necessário. As pessoas necessárias, os lugares necessários, os hábitos necessários, o esforço necessário, os sentimentos necessários. Já não me deixo consumir por tristeza, por preocupações, por expectativas. Quem quer vir, seja bem-vindo. Quem quer ir, pode ir, mas não volte. Enfim, estou em reforma.”
- Daniel Matos (via versificar)

“Paciência não é o meu forte , então não abusa.”
- Diego Castro (via u-n-i-v-e-r-s-o-s)

Por trás de toda meiguice, existe uma safadeza oculta.


“Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.”
- Monteiro Lobato.   (via reinverbos)

Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald’s;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso…
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;

Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler…

- Miguel falabella  (via arquidiocese)